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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

23
Out18

O reconhecimento sabe bem!

Para quem me segue com maior frequência, sabe que há um ano enveredei pela área do turismo, estando a trabalhar num hotel como rececionista. É uma área que me enche as medidas. Adoro do princípio ao fim! E então quando entro nas plataformas de reservas e vejo reviews como este, fico de coração cheio! Até o meu nome decorou! 

 

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O reconhecimento sabe bem! 

 

19
Set18

Confidencialidade hotel - hóspede

O que me traz aqui hoje, como o título indica é a questão da confidencialidade hotel - hóspede.

 

No início desta minha aventura pelo ramo do turismo, foi-me dito que nunca deveria dar informações a alguém do exterior sobre alguém que estivesse ou viesse a estar alojado na propriedade. Pareceu-me bizarro até que entendi o porquê. Veja-se que, quando um casal chega a um hotel, podem nem sempre ser um 'casal'. Pode ser uma facadinha no matrimónio. Quando uma pessoa vem sozinha, pode nem sempre vir em turismo. Pode estar a fugir de algo ou alguém. Entre tantas outras opções que não me vou dar ao trabalho de enumerar.

 

Hoje tive um senhor que me veio perguntar se fulanos X e Y estavam cá hospedados. Com um sorriso, informei que não lhe poderia confirmar nem negar essa informação. Pensei que o assunto terminasse por aqui mas não. Fui ofendida e chamada de diversos nomes impróprios. O meu profissionalismo e educação foram postos em causa. E eu já nervosa, porque sou uma criatura demasiado sensível, convidei o senhor a sair que, a praguejar, lá o fez.

 

Será que estamos assim tão mal? Será que só porque alguém não nos responde o que queríamos ouvir, temos que partir para o insulto? Será que não entendem que há informações que não podem ser facultadas pelos exemplos acima mencionados? Será que há assim tantos broncos?!

 

É tão triste ao ponto que se chega...

 

 

 

23
Out17

A preguiça

A preguiça tem tomado conta de mim e isso, todos vós já perceberam.

 

Depois de dois meses a trabalhar, começo finalmente a ter os sonos em dia. Ando a organizar a minha vida em condições, colocar as prioridades por ordem, os projetos a curto prazo, aqueles mais demorados. Estamos quase a fechar o ciclo dos vinte e um, daí já começar a fazer balanços do que se fez e não se devia ter feito ou daquilo que não se fez e devia ter se feito. Aquelas lutas interiores que toda a gente tem, sabem? Enfim, conversas a ter daqui a três semanas!

 

Nunca me senti tão realizada na minha vida. Pronto, na minha curta vida profissional.

 

Este trabalho é tão adequado à minha pessoa e personalidade. Sinto que me encaixo na perfeição. Tenho ainda algumas arestas a limar, está claro, mas respiro felicidade. Os dias passam a correr, não sinto aquela monotonia da rotina. Claro que de quando em vez dá preguiça, mas o geral é vontade extrema. Se podia receber mais? Sim, nem que fosse só mais um bocadinho. Há uma coisinha ou outra que não é completamente correta, mas olhem... Quase nem vale a pena falar.

 

Tenho pensado e acho que daqui para a frente, vou falar-vos do meu local de trabalho. Tenho uma hora ou outra em que queimo tempo e assim, conseguia aproveita-lo melhor. A questão tem sido o receio de ser novamente descoberta a minha identidade, pelo menos em mais um meio de gente que me conhece. Mas penso que os separadores anónimos me poderão ajudar nisso.

 

Vou ver o que é que têm feito das vossas vidas. Continuem também a vir ver o que eu faço da minha, porque apesar de raramente cá vir, eu continuo a passear por aqui! 

 

11
Set17

Eu, rececionista

E hoje, que acordei bem disposta (não é que não acorde todos os dias, mas ainda estou com jet lag de horários e rotinas) vou vos falar um bocadinho mais sobre o meu novo emprego.

 

Trabalho num edifício que remonta ao século XVIII. Uma casa de família que virou hotel há cerca de sete anos, em plena zona histórica da cidade. É um hotel pequenino, apenas com doze quartos. Cada um eles, possui para além do número, um nome de uma personalidade que de alguma forma, foi importante para a cidade de Viseu. Mais ainda, é um hotel botique, podendo todos os artigos ser adquiridos visto que o proprietário possui também uma loja de antiguidades e lhe é muito fácil arranjar outra mobília. Todos estes aspetos, fazem com que o atendimento e todas a envolvência seja muito personalizado. Todos os cantos cheiram a história, e esse tem sido o meu maior desafio como pessoa que nunca gostou e sempre teve más notas a história na vida.

 

Não tratamos os hóspedes com a distância a que certamente estamos habituados: ali, é como se fossemos umas conselheiras ou até mesmo guias turísticas. O hotel é mostrado a cada hóspede e é tudo explicado com o maior carinho possível. Note-se que, muita gente certamente não aprecia este tipo de alojamento e/ou atendimento. Eu própria, não creio que fosse por exemplo, pernoitar por lá. Mas isto porque eu efetivamente não dou valor a estes aspetos. Felizmente, tenho me apercebido que são mais as pessoas que gostam deste tipo de alojamento do que aquelas que são como eu. E a verdade é que pouco a pouco, estou a moldar esta minha opinião.

 

Hoje, que faz um mês contando com o tempo de formação, tenho a noção que o tempo passou a correr. Não me lembro de algum dia ter sentido o que sinto no presente. Um gosto tão acentuado e uma vontade tão grande de fazer aquilo que faço. as horas passam a correr, a semana passa a correr, e não tarda já está na hora de receber o meu primeiro ordenado em condições! Será que, quando dizem "Trabalha naquilo que gostas e nunca terás que trabalhar na vida" é deste sentimento que falam? É que se sim, então estou mesmo no sítio certo!