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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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Ser feliz com adoçante!

26
Jun19

Ser saudável, de corpo e mente #8

Ora então, ano e meio depois de iniciar esta jornada por um estilo de vida mais saudável eis que não me imagino a voltar para trás. Os resultados são visíveis, tanto física como interior. Passei a sentir-me com uma energia constante, melhoria de humor e sobretudo da minha saúde num geral.

 

Sinto que ainda ontem me queixava de não conseguir e que hoje percebi que não conseguia porque não tentava verdadeiramente. É uma sensação tão boa acordar e querer aproveitar o dia. Ter aquela vontade de ir a correr fazer o meu treino. Claro que há dias que as dores musculares me prendem, mas mesmo estando mais lenta, nem isso me desmotiva.

 

Comecei um novo ciclo felizmente, com sucesso. E, apesar de ter praticamente atingido o meu objetivo, não me vejo a deixar o ginásio. Tornou-se um escape, aquele momento de libertação ao início ou fim do dia, em que sou só eu e o meu esforço. Onde luto sem barreiras para vencer. O meu box, como outros lhe chamam. Cada um terá o seu escape. Toca a encontrarem o vosso! 

 

Porque ser saudável, torna-nos mesmo mais felizes! 

 

08
Nov18

Ser saudável, de corpo e mente #7

Desde que comecei a investir em mim, tenho notado aspetos muito positivos. A auto-estima subiu lá para cima, o queixume de não ter o corpo desejado diminuiu - passei a trabalhar para isso. Os resultados têm sido bons. Uma das coisas mais importantes, foi mudar na alimentação.

 

Comecei aos poucos, não fosse assustar-me, a abster-me de McDonald's. Hoje, não me diz rigorosamente nada. Nem sinto aquela vontade e/ou fome desenfreada para comer uns nuggets ou um CBO. Deixei os sumos a 100%, nunca mais bebi nenhum. Da última vez que tentei, cuspi o ice tea fora por me parecer estar a comer açúcar às colheres. Reduziu-se o chá no açúcar (se é que me entendem) e já quase consigo bebê-lo ao natural. Aumentei o consumo de água, que era uma verdadeira vergonha. Não há bolos de pastelaria, chocolates há muito que deixei de comer. E posto isto, veio o sal. Têm noção que comemos sal às colheres?

 

Sim, é verdade e quem está a passar ou passou por uma fase de reeducação alimentar como eu, sabe do que falo. As salsichas da marca que consumia são intragáveis de sal. As azeitonas da mesma, igual. Não vou nomear a marca porque devem ser todas iguais, eu só me apercebo nessa porque é só essa que consumo. É assustadora a quantidade de sal que ingerimos diariamente. E não nos apercebemos, acreditem. Eu só dou conta agora e fico doente de imaginar o que andei a fazer ao meu corpo durante todos estes anos. Eu não sabia cozinhar sem os caldos mágicos, porque dizia que ficava insonso. Desde que fui morar com o Doce que aprendi alternativas. Não fazem ideia do orgulho que sinto de já não ir ao corredor pegar numa caixa-bomba-de-sal.

 

Em Portugal são consumidas diariamente o dobro da dose recomendada de sal. Como diz o serviço nacional de saúde, devemos ir substituindo o sal por ervas aromáticas e similares. Devemos fazer um esforço pela reeducação alimentar. Aos poucos e poucos, aprenderemos a comer melhor. A nossa saúde e o nosso corpo agradecem profundamente. É preciso pensar nisto! 

 

03
Out18

Ser saudável, de corpo e mente... #6

Hoje, venho falar da segunda e mais importante vertente desta rubrica: a mente.

 

Até podemos ser muito fits, correr a meia maratona, ter um corpo escultural, uma vida desafogada, uma relação estável (seja com outrem, seja com os próprios), uma bela casa e tudo o que aparenta ser felicidade. O que infelizmente temos grande tendência a esquecer, é que a mente, é o nosso motor. O foro psicológico é só a parte mais importante de uma estabilidade geral. Podemos ter tudo o que digo em cima, mas sem a mente sã, de nada serve.

 

Abordo este tópico hoje porque nunca soube o que era gostar de mim. O eu que aparecia no espelho era tão longe daquilo que sonhava ser. Fui vítima de bulling na escola, nomeadamente quando os meus pais decidiram regressar a Portugal. Felizmente, nada físico, mas fiquei com mazelas que nem eu sabia que tinha. Muito provavelmente tudo começou aí. Os anos foram avançando e as 'amizades' mudando. As minhas colegas tinham peito, e eu não, elas davam beijinhos a tudo o que mexia, e eu não. Elas eram rebeldes, e eu não. Uma interminável lista que não vejo necessidade de prolongar. Note-se que me orgulho de ter sido uma criança calma. Foquei-me nos estudos por opção, porque foi tudo aquilo que quis. 

 

Cresci e pouca coisa mudou. O foco no estudos manteve-se, as poucas amizades também. Um primeiro amor perfeito que me fez acreditar num mundo justo, e um segundo (amor) que matou todas essas ideias. Um corpo com imperfeições e a vergonha de vestir um bikini. Uma carta de condução que não se tirou à primeira, um ingresso falhado na universidade. Todas estas coisas contribuíram para ter chegado ao ponto que cheguei. Em fevereiro deste ano tomei (finalmente) a decisão de consultar um especialista, e recorri à psicologia.

 

A medo, marquei a primeira consulta. Pensei muitas vezes o que iria lá fazer verdadeiramente e porquê gastar dinheiro quando talvez nem fosse necessário. Quando lá cheguei, a conversa fluiu tão bem que nem dei pelo tempo passar. Percebi que algumas gavetas da minha vida que eu acreditava em nada terem influência, tinham. Resolvi muitos nós e aprendi a perdoar-me. 

 

O amor próprio é a minha grande luta, e é uma luta constante. Nestes últimos meses percebi que eu tenho que me agarrar a mim em primeiro lugar e não nos outros. Porque por qualquer motivo, os outros podem desaparecer. E aproveitando a promo do leite Matinal, "Se eu gostar de mim, quem não gostará?". Gostar de nós próprios não tem de ser levado ao extremo. Quando o digo, falo nos padrões base. Aprendi a dizer não sem sentir remorsos. Aprendi a decidir mais por mim e menos pelos outros. E a minha maior vitória foi que me apaixonei pela pessoa que vejo no espelho. Com falhas, com defeitos. Porque é assim que a vida tem de ser.

 

A saúde mental é muito desvalorizada. Há pessoas que até chegam ao ponto de querer consultar um especialista mas por opiniões desconcertantes, desistem. Depois chega-se aos limites, onde o suicídio e ferir-mo-nos passa a ser uma opção. Graças a Deus, não cheguei a esse ponto, mas conheço muita gente que sim. A depressão, os esgotamentos e a apatia são reais. Procurem ajuda. Ir a um psicólogo não faz de ninguém maluco/a. Faz de alguém um corajoso/a, um lutador/a porque teve a noção que estava mal e quis tratar-se. 

 

A mudança começa aí. Nunca nos podemos esquecer que somos o maior amor das nossas vidas. O único que é verdadeiramente eterno. E por esse amor, devemos fazer tudo! 

 

20
Jun18

Ser saudável, de corpo e mente #5

Não sou daquelas doidas por dietas, que seguem tudo à risca e que se sentem culpadas quando não o fazem. Só só uma menina que quer perder meia dúzia de quilos e aprender a comer melhor. Tenho cuidados, em larga escala mas também me permito um deslize de vez em quando.

 

Uma das metas propostas pela nutricionista foi a abolição de bolachas, coisas de pacote. Para meu espanto, foi mais fácil do que aquilo que eu achava. Sendo daquelas pessoas que levava sempre um pacote na carteira, não fosse a fome apertar, consegui ajustar-me bem ao 'corte'. 

 

Tudo o que está embalado é processado (óbvio, eu sei). A sugestão foi que conseguisse comprar o mínimo de coisas embaladas. Como na charcutaria. Todos sabemos que é bem mais fácil pegar numa embalagem já pronta de queijo ou chouriço. Mas além de ser mais cara, já pensaram em como pedir ao balcão pode ser mais satisfatório? Leva mais tempo, é certo. Mas compensa na saúde e na conta final. Somos grandes consumidores de queijo e eu, só comia Terra Nostra ou Limiano. Desde que fui à consulta que decidi experimentar comprar avulso e espantem-se: trouxe quase o dobro do queijo pelo mesmo preço do embalado! E a mesma marca! 

 

Parecem coisa mínimas e chegam a roçar no ridículo mas acreditem, todas juntas fazem a diferença! Acredito que o segredo seja não mudar abruptamente e sim, fazer as coisas por fases. Foi o melhor que fiz, já me rendeu bastantes cortes nos doces, sumos, bolachas vitórias. 

 

 

17
Mai18

Ser saudável, de corpo e mente #4

Hoje não venho falar de nenhuma mudança em específico, nesta nova etapa da minha saúde e alimentação, apenas fazer um resumo de todas as metas atingidas até agora.

 

Posso afirmar que os sumos - já eram! Esta é sem dúvida a maior vitória, a que me dá mais orgulho e me surpreende. Nunca achei que fosse capaz de abolir os sumos da minha vida e hoje, digo com alegria que não me fazem falta alguma. Nunca fui consumidora de bebidas gaseificadas mas, em contra partida, bebia muito Ice Tea - que é uma autêntica bomba açucarada!

 

A dose de água recomendada, confesso que ainda não consegui atingir. Já aumentei o consumo mas ainda não é o estipulado e continuarei a tentar chegar ao sítio certo! Posso dizer, no entanto, e peço desculpa às pessoas que forem mais 'sensíveis', que a minha urina aclarou substancialmente! O que por si só, já diz bastante relativamente ao meu estado de saúde.

 

A balança... Finalmente tenho vontade de lhe saltar para cima e ver um número inferior a 60! É um orgulho tão grande estar de novo nos cinquentas, ainda que nos últimos dígitos. Um objetivo que dizia ter há anos, mas que só este comecei a mudar e a trabalhar para o atingir.

 

E depois, aquele momento de reencontrar pessoas que não vejo há meses e ouvir o tão desejado "Uau, estás mais magra!" deixa-me completamente vaidosa e convencida.

 

É uma sensação tão boa de realização pessoal, que não podia estar mais feliz!