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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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02
Ago19

Prendas de Natal

Estamos em Agosto, eu sei. Falta imenso para o Natal, é verdade. Mas muita gente tem por hábito fazê-lo, eu, nunca o tinha feito. Comecei as compras para a ocasião mais cedo! 

 

Nestes últimos anos, em que se diz que a crise tomou conta do nosso poder de compra, te(nho)mos visto as prendas de Natal serem cada vez mais simbólicas. Não tenho nada contra gastar-se pouco, aliás, até sou a favor (Porque agora já me toca a mim comprar ). Quando se quer (e se conhece a pessoa do outro lado), pequenas prendas podem significar muito. 

 

É das coisas que mais gosto de fazer: encontrar o presente certo para cada pessoa. Dedico-me bastante nesse campo e faço de tudo para dar algo com significado ou que eu sei que a outra pessoa vai adorar. Nunca comprei presentes antes de tempo porque me vinha sempre a questão do tempo de troca. Até que me inteirei que há coisas, que não se trocam simplesmente. E essas coisas, podem ser adquiridas agora (entenda-se saldos) e fazer as delícias de toda a gente daqui a quatro meses. E por isso, já comprei três prendas de Natal! (Sim, estou muito adiantada )

 

05
Fev19

Dar presente ou não dar?

Todos nós (acho eu ) gostamos de celebrar o nosso aniversário e o dos nossos amigos/familiares. Há quem opte por fazer festa em casa, quem organize jantar/lanche, whatever. Há aqueles que custeiam tudo e há aqueles que fazem cada pessoa pagar.

 

Eu tenho por hábito fazer festa em casa, lanche, jantar o que me convir mais e claro que depende do dia de semana que uma pessoa ficar mais velha. Nesses casos, os custos são à minha conta, nem podia ser de outra maneira. Mas, nos dias de hoje, o mais normal são os jantares de grupo, onde cada pessoa paga o que come e todos se divertem.

 

A minha dúvida consiste em: tendo em consideração a despesa que cada convidado já está a ter pela dita 'festa', temos de dar algum presente? Sim ou não? Qual a vossa opinião?

 

16
Nov17

A minha prenda

Este ano, vivi um dilema monumental.

 

Tenho um excelente hábito de me presentear em diferentes alturas do ano, mas quando toca ao aniversário, tento ser sempre um bocadinho mais generosa. Gosto de sempre de comprar algo que me faz falta ou investir num produto que me traga benefícios a longo prazo. No ano passado, estava muito pobrezinha de ideias e então, porque o Doce precisava imenso, juntei o útil ao agradável e ofereci-nos um fim-de-semana de SPA. Este ano, a coisa estava muito difícil porque por incrível que pareça, não precisava de nada. Então, aparece o dilema: o que me oferecer?!

 

Desde que tirei a carta de condução que sonho ter o meu bolinhas. Mas toda a gente me desencorajou porque: "a tua mãe tem carro", "o teu namorado tem carro", "moras na cidade, anda a pé", "para que é que queres um carro? Olha que isso dá despesa e tens quem te empreste sempre que precisares!". Conseguem entender a minha indecisão, certo? Por um lado, eles tinham razão. Salvo raras exceções, tive sempre boleia para onde quer que fosse mas... Queria um bolinhas meu! Meu, entendem? Capricho, birra, chamem-lhe o que quiserem. Mas queria um só para mim! Um em que, mesmo que fizesse um risco, ninguém me ia culpar e acusar. Um em que ninguém me atirasse à cara que "pagaste a gasolina mas não pagas o gasto dos pneus". Por isso, sim. Tornou-se um capricho. Era sobretudo orgulho. E não querer continuar a pedir favores, fosse a quem fosse. (Não que a má vontade fosse constante, mas nunca tolerei bem indiretas).

 

Durante semanas vi um cartaz vermelho que dizia: "Procura carro? Não procure mais. Dia 26". Intrigada fiquei mas, depois de ver tanto stand e não ver absolutamente nada de jeito, já estava completamente desanimada. E mais uma vez, as indiretas: "se não vais comprar, para quê ver?". Porquê ver? Para me informar, para perceber o que gosto ou não num carro. O que é fundamental e o que é secundário. A performance, preços, e tantas mas tantas coisas. Comprar um carro não é como comprar um casaco. A até para comprar um casaco eu tenho que ver mais que uma vez!

 

O que abria no dia 26, era a Matrizauto. E fui, fui até ao Retail Park à procura do meu bolinhas. O que eu não sabia era que a empresa em questão, apenas vendia semi-novos de 2015 para cima, e a partir de 12000€. Não era de todo o que eu procurava. Queria um carro mais em conta, mais velho. Até 2007 no máximo, para conseguir pagar o imposto antigo. 

 

"As melhores coisas acontecem quando não estamos à espera delas"

 

A caminho de casa, o Doce sugeriu irmos a um stand que ficava em caminho. E fomos. E eu vi-o. Vi e soube logo: era aquele. Ano 2005. "Oh amor, diz-me que eu vou gostar do preço!". E gostei. Adorei, aliás. E foi assim que, depois do dilema de não ter prenda, dei-me a melhor prenda de todas: ofereci-me um carro. O que sempre foi o meu sonho, é agora o meu carro. O meu Clio.

 

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(fotografia tirada na primeira vez que o vi)

 

Tão depressa, podem ter a certeza que não me ofereço nada! Preciso de recuperar do rombo 

 

20
Mar17

Sobre ontem

O meu dia ontem começou bem cedo. Esta coisa de querer viajar nas low cost e poupar algum dinheiro, tem por preço a falta de horas de sono. Levantei-me à segunda hora do dia, e cheguei perto da nona hora ao Porto. Pela primeira vez, ao sair com a minha bagagem tinha alguém à minha espera do outro lado: o Doce. Foi uma sensação tão boa, tão aconchegante. Tão semelhante a sentir-me em casa e de volta à vida maravilhosa que tinha!

 

Lá fomos os dois, todos contentes e eu a rir até ao carro. Reparei desde o primeiro segundo que ele trazia um saco com ele, mas decidi não perguntar nada até este me ser entregue...  Ao abrir, vejo que a compra que prometi ser a primeira que faria em território nacional já não se iria concretizar. Porque o malote estava ali, à minha frente! Palpável, real! O meu coração veio fazer os trabalhos de casa aqui ao blog e decidiu ser o Pai Natal que eu falava e oferecer-me este mimo! Fiquei delirante - a mala ainda era mais bonita ao vivo. 

 

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Ia toda lampeira para dentro do carro quando ele me pergunta se não vou abrir a mala, ver como era por dentro. Estranhei ele estar tão interessado e abri a dita cuja. Havia mais um embrulho lá dentro. Meia desconfiada, abri e admito que ia sofrendo um ataque cardíaco. Acho que ainda hoje estou um bocadinho em choque... Ele comprou-me um telemóvel. E não foi um qualquer... 

 

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Depois do choque inicial, entrei finalmente no carro e rumámos a Viseu. Durante a viagem ele contou-me toda a organização desta enorme surpresa e eu fiquei tão derretida por pensar no trabalho todo que ele teve para me agradar... Já disse que só gosto de telemóveis brancos e que o pobre homem andou feito doido à procura deste? E que ele avaliou todas as vertentes do 'bicho', sistema operativo, câmara, etc para chegar à conclusão que este telemóvel era a minha cara? E já disse que é efetivamente a minha cara?! Oh meu Deus! Ele surpreendeu-me mesmo!

 

Chegar a casa foi uma sensação do outro mundo. As minhas Marias, o meu Blacky, a minha casa, o meu quarto, a minha cama... Oh que saudades de tudo isto! Tive um dia em cheio, em todos os sentidos. Estou tão feliz por voltar para casa. Olá Portugal, olá Viseu, estou de volta!

 

Boa segunda-feira!