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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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14
Dez18

Desafio - 52 Semanas

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Semana 50: Pessoas que eu admiro.

 

Esta para mim, é demasiado fácil. Podia dizer tantas pessoas, tantas coisas que eu admiro... Mas não posso tirar mérito a quem de direito e assim, vou falar na minha mãe.

 

Admiro a minha mãe muito para além do facto de ser minha mãe. Admiro a minha mãe porque toda a vida se adaptou. Foi e é uma pessoa de muito trabalho, seguiu as vontades do marido quanto à emigração. Trocou de país, voltou a terras lusas contra a vontade. Deixou um casamento, uma casa, o sonho de uma vida para se manter a salvo a ela e às filhas. Sem trabalho, sem casa própria, mas nunca se deixou maltratar. Cresceu enquanto mulher e hoje, é uma valente mulher de tomates, como se costuma dizer. Criou duas filhas praticamente sozinha, passou pela adolescência, os namoros e todas essas provas sem um apoio masculino. Ficou desempregada e escavou tudo o que pôde para continuar a pôr o pão na mesa. Tem vindo a perder a audição com o passar dos anos, e mesmo assim sorri para a vida. Por todas estas, e mais algumas, tenho uma admiração enorme pela minha mãe.

 

(Não quero de forma alguma desvalorizar outros lutadores. Sei que há pessoas que merecem mais admiração pelas batalhas diárias que travam, seja por alguma deficiência seja por problemas graves de saúde. Todos nós merecemos louvores, porque todos, uns mais que outros, é certo, lutamos da maneira que sabemos e conseguimos para nos manter à tona.)

 

22
Nov16

Maternidade

Ainda não passei por ela, mas será que existe algo melhor?

 

Ontem tive a oportunidade de ver uma bebé lindíssima, nascida há pouco mais de dois dias, de uma das minhas ex-colegas mais queridas, com quem tive o prazer de privar na sapataria. A bebé é a coisa mais doce, mais perfeitinha que já vi. Tão frágil que até dá medo de pegar, e tão querida que derrete qualquer coração.

 

Desde bem cedo que penso que quero passar pela experiência. Talvez por ter cá em casa o melhor exemplo que podia ter. Talvez por ter tanto orgulho na minha mãe, que espero algum dia alguém se poder orgulhar assim de mim.