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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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Ser feliz com adoçante!

01
Fev19

A evolução da música Portuguesa

Acreditam se vos disser que estou cada vez mais fã da nossa música? Nestes últimos anos, temos visto qualidade, boas vozes, bons talentos. E é tão bom saber uma letra do início ao fim, sem ter de ter estudado a letra milhares de vezes! Há talento em Portugal!

 

Entre tantas, hoje escolhi uma, que me encanta. A batida, a letra, a voz, tudo!

 

O Nuno Ribeiro, concorrente do The Voice Portugal. 

 

Deliciem-se, e bom fim-de-semana! 

 

 

28
Fev17

Carnaval

Como já foi dito anteriormente, o Carnaval não é de todo uma celebração que me deixe necessariamente com vontade de me mascarar. Acho que em toda a minha vida, assisti a quatro ou cinco cortejos, mas nada de execional. Aqui na Alemanha o Carnaval é, aparentemente, das celebrações mais importantes do ano. Milhares de pessoas saem à rua para ver o desfile e comemorar esta data. Há um bocadinho de tudo: desde crianças a pessoas de idade, homens e mulheres, tudo com uma alegria tão grande que chega a ser contagiante.

 

Não chegámos no início, porque entre atrasos alheios à minha pessoa, os transportes também não ajudaram muito sendo que estão um caos, entre muitas linhas que nem sequer circulam para evitar atrasos e problemas ao tão aclamado cortejo.

 

As pessoas interiorizam o Carnaval de tal forma que uma semana antes andam mascarados, nomeadamente com aqueles pijamas fato-de-macaco da Primark, a coisa que mais se viu por aí!

 

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Nesta primeira fotografia, vemos habitantes locais vestidos a rigor!

 

Há música de todos os tipos e feitios: a de fundo, que sai das colunas previamente colocadas em bastantes pontos das ruas como sons de tambores, flautas e pessoas a cantar.

 

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O meu pai disse que este ano, o tema do cortejo seria o acontecimento histórico da América: Trump. Não sei onde ele terá visto tal informação porque, vi bastantes carros e nenhum deles tinha sequer a mínima semelhança com o assunto. Achei no entanto imensa piada a este, pelo contexto económico que vivemos e ver que em vez de se lavar roupa, lava-se dinheiro. Aparentemente é uma figura mítica de cá, mas que a mim, claro está, não me diz nada.

 

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Os veículos carnavalescos, não sei se era uma piada, ou se era real, mas que vi esta informação em mais que um, vi. Só podem circular a 6 km hora. Os desgraçados! 

 

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E a parte melhor deste cortejo é: lançamento de doces! Isso mesmo - doces! Chocolates miniatura, rebuçados, gomas em formato mini, tudo aquilo que possam imaginar. Entre muita gulimisse que consegui apanhar, apanhei também um dos momentos de lançamento.

 

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Ao meu lado, estava um rapaz de cadeira de rodas. Apesar da deficiência física, pareceu-me ter todas as capacidades mentais. Aquando a queda dos chocolates, ele só olhava, com alguma tristeza sem os poder apanhar. Alguma coisa em mim me fez partilhar o que apanhei com ele, que me agradeceu num gesto tão instintivo e com um sorriso tão genuíno que compensou totalmente!

 

Depois, como disse, desde miúdos a graúdos tudo fez parte do cortejo. A senhora de idade que tive oportunidade de fotografar, fez me soltar um leve sorriso, por ver que aqui, todos aderem de forma igual sem vergonha ou receio do que os outros vão pensar.

 

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No geral, gostei do cortejo. Tirei uma carrada de fotografias das quais só aproveitei um terço, apanhei e comi doces, fiz uma boa ação e vim para casa contente. Achei uma boa iniciativa e muito provavelmente nos próximos anos, já verei o Carnaval com outros olhos! 

 

18
Jan17

Pancadas de infância, ou talvez não...

Acho que nunca tive um ídolo. Nada que não fosse passageiro e consequentemente se dissipa-se com os anos. Mas houve uma coisa que nunca mudou e vá, vou admitir... Gosto dela desde a primeira vez que a vi. Bem, vou tentar começar pelo primórdios do assunto...

 

Foi bem tarde que descobri que existiam mais que os quatro canais aos quais estava habituada, quando por consequência do divórcio dos meus pais, fui morar com meus padrinhos. A partir daí, tudo mudou. Em conjunto com a minha prima e a minha irmã, cada segundo livre era sinónimo de quê?! Disney Channel. De manhã à noite para infelicidade dos adultos. E foi aí que tudo começou. Foi aí que a vi pela primeira vez. Para além de gira era divertida. Conquistou-me, mas vá, todos sabiam que com o passar do tempo, as novas séries a chegar, esta 'paixoneta' ia passar. 

 

Aquela Alex, aquele espírito livre, rebelde, sempre a fazer das suas aproveitando a magia como escudo. Recordo com carinho todos os episódios dos Feiticeiros de Waverly Place! Pouco depois, vieram as primeiras músicas. Ainda hoje as ouço, e conseguem transportar me para aquela época da minha vida. Naturally, a primeira de todas a conquistar-me! A seguir: A Year Without Rain, marcou as desilusões daquele primeiro amor não correspondido. 

 

Quando soube que vinha aí um filme, entrei em histeria: "Monte Carlo"! Reservei os bilhetes para a estreia, estreia essa, que nunca chegou a acontecer. Pelo menos em Viseu. Foram obrigados a devolver me o dinheiro já que não quis assistir a outro filme. Vi-o mais tarde, quando ficou online. Entretanto houve também o "Programa de Proteção de Princesas", com a Demi Lovato, que por sinal, também gostei. Como seria de esperar, as músicas começaram a ficar um tanto ou quanto mais maduras. Love You Like A Love Song, das últimas antes de entrar numa carreira a solo. Slow Down conquistou-me pelo videoclipe.

 

Entretanto, tornou-se pública a relação dela com o Justin. Oh o que eu chorei, o que eu o detestava. Tantos cantores, actores, tanta gente no mundo do espectáculo e tinha que ser logo ele! Mas adiante... Entre voltas e mais voltas, o resultado final está à vista. Chega depois The Heart Wants What It Wants, das que mais me marcou e que, segundo as pessoas, era destinada a ele. Para ele ou não, que a letra é gira, é. E isso é que interessa. 

 

 Depois foi uma sucessão delas: Good for you, Same Old Love, Hands to Myself, todas com qualquer coisa que me agradam e as fazem permanecer na minha playlist. No presente, estou delirante com a Kill Em With Kindness e com a We Don't Talk Anymore, em parceria com o Charlie Puth, outro cantor do qual o trabalho também me agrada. Fiquei em pulgas quando soube da digressão e que ela vinha a Portugal. Mas ninguém compreendia o meu vício e o meu gosto, e sozinha, não me pareceu muito interessante rumar até Lisboa. Digressão essa, que acabou cancelada devido ao atual estado de saúde, estando com a carreira em pausa desde então.

 

E pronto, é basicamente isto. Há mais de dez anos que adoro a Selena Gomez. 

 

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(imagem retirada da internet)