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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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Ser feliz com adoçante!

28
Fev19

A ausência de resposta

Pois é, continuo sem resposta à dita entrevista. Tenho vivido num turbilhão de espetativa como há muito tempo já não me lembrava. Esta ansiedade, esta esperança...

 

Como já passavam bastantes dias, liguei para o número que me contactou e questionei se tinham algum feedback, uma vez que ficaram de me contactar. A rapariga que me atendeu disse que a pessoa com quem tinha falado estava ausente em recrutamento e que iria anotar para me ligarem. Bom, o trabalho seria para começar amanhã. Ninguém me ligou, ninguém devolveu a chamada. Acho que isso por si só, já é uma resposta...

 

12
Fev19

Vamos a isso?

Estas últimas três semanas têm sido um descanso e ao mesmo tempo um desespero. Não me lembro de alguma vez ter tido três semanas de férias seguidas. Aproveitei para pôr coisas em dias, enviar currículos, informar-me e quando dei por ela, já se passaram.

 

Hoje, tornei-me oficialmente desempregada. Uma desempregada com direito ao desemprego mas que com sorte, nem chegarei a ativar... Porque hoje, tive uma entrevista. A primeira resposta da dúzia de currículos que tenho enviado. E amanhã, vou fazer o dia experimental. Não quero deitar já os foguetes porque pode não ser aquilo que estou a pensar e só no final do dia de amanhã saberei. Mas pelo que me foi dito, já é melhor do que aquilo que tinha.

 

Por isso, estou confiante! Que seja bom! 

 

05
Ago18

Para as meninas da Calzedonia

"Bom dia - era aquilo que me deviam ter dito logo para começar. Sei que não entrei na vossa loja a falar francês, inglês ou qualquer outra língua. Poderia tê-lo feito mas como habitante nacional que sou, falei a minha língua materna. Já sei que não sou emigrante e que, na vossa linha de pensamento, não tenho dinheiro para gastar. É aí que começa a vossa discriminação.

 

Entrei e nem me cumprimentaram. Levava uma roupa demasiado simples, não foi? 

Peguei num bikini e esperei que uma das duas, estando ao meu lado, tivessem a prontidão de me oferecer ajuda. Nada. É incrível que só nos dias em que eu efetivamente não quero comprar nada, me bombardeiam com tanta oferta de ajuda e tanta boa vontade em que "só experimente, não perde nada" traz sempre o propósito de uma pessoa se apaixonar ao espelho e cair na tentação.

 

Continuei à espera até que pela segunda vez, pedi ajuda. Aí, menina mais alta, olhaste-me de soslaio e disseste que só tinhas o que estava exposto. Pedi-te ajuda com os tamanhos e a simpatia da tua resposta deixou-me sem ar. É engraçado que do outro lado da loja, a tua colega conseguiu desencantar exatamente o modelo que eu estava à procura, numa cor diferente, no mínimo.

 

Fui experimentar, aparentemente contra a tua vontade e lá me decidi pela compra. Fiquei 7 minutos na caixa, á espera, para pagar. Tenho a dizer que, como cliente antiga, nunca fui tão mal atendida. Ah, espera... Esqueci-me que havia emigrantes na loja.

 

Por isso, meninas que não me atenderam na loja do Palácio do Gelo, obrigada pelo vosso excelente atendimento, predisposição de ajuda, simpatia e sem dúvida, capacidade de vendas.

 

Quem me dera poder dizer hoje à gerente que escolheu tão mal naquela entrevista."

 

09
Mai17

Uma pontada de tristeza pura

Lembram-se do processo de seleção? Pois, eu também. Recebi um e-mail que dizia o seguinte:

 

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Senti uma ansiedade tão grande quando recebi o e-mail e uma desilusão tão grande quando o abri... Mas pronto, é a vida e também foi só a primeira tentativa que tecnicamente nem o foi.

 

Pelos menos posso dizer que foram corretos e que cumpriram o que disseram ao informar-me do resultado da maldita fosse ele qual fosse. E responderam bem antes do tempo!

 

E lendo bem (usando a imaginação), segundo eles, falhei por pouco... Quem sabe, se for numa qualquer outra vaga, não consigo entrar para a empresa! Let's stay positive! 

 

03
Mai17

Sobre o tal processo de seleção

Como disse anteriormente, na sexta fui à minha primeira entrevista desde o regresso. Ao meu primeiro processo de seleção, uma coisa que nem sabia o que ser.

 

À hora marcada lá cheguei. Estavam três pessoas, comigo quatro. Candidatas, eram só três: uma senhora com os seus quarenta anos, eu e uma rapariga com provavelmente mais um ou dois anos que eu, que achou por bem levar a mãe a uma entrevista de emprego. Pouco depois, fomos chamadas para uma sala onde nos entregaram umas folhas com testes de lógica. O momento em que a orientadora sai, foi o momento em que o recreio começou. Uma a dizer que tinha mais que fazer, a outra a dizer que tinha voltado à primária, ambas a dizerem que não estavam para aquilo, e eu, que me tentava concentrar, interrompida por elas que me picavam a entrar na onda. Como nem a cara da folha levantei, desistiram de me puxar e continuaram a festa sozinhas. Até que a senhora volta e pergunta simpaticamente o que se está a passar. A mais nova, diz arrogantemente que tem mais que fazer e que quer ir à entrevista e - passo a citar - bazar daqui. A outra, diz que não é nada e baixa-se numa aparente tentativa de concluir o exercício. De três, passámos a duas.

 

Entretanto houve uma troca de testes e recebi um teste de personalidade, enquanto que a outra senhora recebeu mais um de cálculo. Mais uns resmungares mas lá se calou. A orientadora volta e pede-lhe que a acompanhe, coisa que ela faz, mas não sem antes me desejar boa sorte para a entrevista e sair sorridente. Poucos segundos depois, a responsável volta e dá me mais um teste de cálculo. E se eu vos disser que já não me lembrava do quanto gostava de matemática?! Foi uma delícia ter um cronómetro e problemas matemáticos para resolver!

 

Chegou a minha vez e percebi que ia ser entrevistada pela senhora que nos orientou a sessão toda. Foi tudo muito básico, quis saber todo o meu historial laboral, os motivos de entrada e saída de cada trabalho, defeitos e qualidades e do resto tudo um pouco. Entretanto disse que a vaga que tinham para me oferecer (que pelos vistos não foi a mesma para todas) era trocando por miúdos trabalho de escritório. Papéis, papéis e mais papéis - tudo o que sempre quis! 

 

Disseram que num prazo máximo de quinze dias seria chamada para a entrevista no verdadeiro contexto onde me seriam ditos horários, vencimentos e funções e que, quer positiva quer negativa, seria contactada com uma resposta.

 

No dia, vim cheia de espetativas. Agora, nem sei. Costuma dizer-se: que seja o que Deus quiser!