Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

12
Dez18

Será o fim?

Tenho publicado apenas o desafio, e confesso que tem sido difícil. Além de ser difícil não vir cá tantas vezes, é difícil porque sinto saudades de escrever/falar convosco. Mas sem suporte onde o fazer, e sendo que não gosto de bloggar pelo telemóvel, tem sido quase impossível.

 

A maioria não deve saber, mas eu tenho um portátil de guerra. Sim, o meu Toshiba, ainda é daqueles da E-Escola, que muita gente recebeu gratuitamente. O meu, celebra este natal 10 anos de vida. Acreditam? Ninguém acredita quando o digo. Toda a gente acha que comprei um igual para substituir mas it's true: ainda t(inha)enho o portátil da E-Escola, funcional.

 

Durante todos estes anos, apenas levou um ecrã novo e precisou de um carregador. Já não vive sem ser ligado à corrente mas tem sido um amigo e pêras! 

 

Mas de há três meses para cá, anda com a telha... Eu sinto que ele trabalha, mas o ecrã nada. Tudo, tudo preto. Lá vai uma vez ou outra que liga. Mas são mais aquelas em que nada. Já fui a dois locais que me aconselham a comprar um novo, porque o meu já não merece investimento porque já não vale nada e blá blá blá. E eu até sei que eles têm razão mas... Custa-me desfazer.

 

Ele acompanhou-me em todos os momentos marcantes da minha vida. Viajou para tanto lado. Foi o meu suporte enquanto estive em Londres, igual quando estive na Alemanha. Foi ele que me ajudou a estar conectada (ok, digam lá que foi a internet porque também foi necessária efetivamente). Foi ele que viveu todas as alegrias, todas as dores comigo... 

 

"Mesmo que te vás, tenho a dizer-te um grande obrigado. Obrigada por teres estado do meu lado por 10 anos. Se realmente for a hora, eu deixo-te ir em paz... Mas ficam saudades"

 

Ainda me falta chegar um orçamento. É a minha última esperança 

 

11
Nov15

Vinte e quatro

Não, não faço vinte e quatro anos. Na verdade, são só vinte. Os outros quatro pertencem ao amor mais fiel que eu tenho: o meu bebé. Há quatro anos atrás, há pouco mais de duas horas, a minha mãe decidiu fazer-me feliz. Vejo-a trazer uma caixa enorme de cartão, a minha irmã com um saco onde transparecia um comedouro. Dois mais dois são quatro e a caixa só podia ter o meu maior sonho: um gato.

 

Nunca na minha vida chorei tanto, de alegria. Parecia uma louca, totalmente descontrolada. Acho que foi, provavelmente, o melhor dia da minha vida. Quatro anos depois, ele cá está. Adulto, uma peste como sempre e o gato mais mimado do mundo. O meu gato.

 

Foi um dia como qualquer outro, em que tive o mimo de estar de folga e aproveitar cada segundo na companhia da minha outra grande preciosidade, a mamã. Amanhã voltamos ao trabalho, e pronto, é isto. Vinte anos. Tenho vinte anos. Tão verdade quando diziam que a partir dos dezoito era a correr, um instante...