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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

03
Jul19

Já são 5 anos!

Há 5 anos, estava a ter a última aula antes de ir a exame. 

 

Foi uma aula tranquila, não fosse eu já repetente e saber mais ou menos o que me seria avaliado nas próximas horas. E às 14h lá foi. Fui a primeira a fazer exame, o que eu gosto de pensar que me deu sorte. Tanto eu como o rapaz que ia comigo, fomos aprovados.

 

E assim, faz hoje 5 anos que tirei a carta de condução. 5 anos sem acidentes, 5 anos em que muita coisa na minha condução mudou. 5 anos de realização pessoal e felicidade! Se não for sempre assim, que seja parecido. Venham mais 5 anos! 

 

16
Nov17

A minha prenda

Este ano, vivi um dilema monumental.

 

Tenho um excelente hábito de me presentear em diferentes alturas do ano, mas quando toca ao aniversário, tento ser sempre um bocadinho mais generosa. Gosto de sempre de comprar algo que me faz falta ou investir num produto que me traga benefícios a longo prazo. No ano passado, estava muito pobrezinha de ideias e então, porque o Doce precisava imenso, juntei o útil ao agradável e ofereci-nos um fim-de-semana de SPA. Este ano, a coisa estava muito difícil porque por incrível que pareça, não precisava de nada. Então, aparece o dilema: o que me oferecer?!

 

Desde que tirei a carta de condução que sonho ter o meu bolinhas. Mas toda a gente me desencorajou porque: "a tua mãe tem carro", "o teu namorado tem carro", "moras na cidade, anda a pé", "para que é que queres um carro? Olha que isso dá despesa e tens quem te empreste sempre que precisares!". Conseguem entender a minha indecisão, certo? Por um lado, eles tinham razão. Salvo raras exceções, tive sempre boleia para onde quer que fosse mas... Queria um bolinhas meu! Meu, entendem? Capricho, birra, chamem-lhe o que quiserem. Mas queria um só para mim! Um em que, mesmo que fizesse um risco, ninguém me ia culpar e acusar. Um em que ninguém me atirasse à cara que "pagaste a gasolina mas não pagas o gasto dos pneus". Por isso, sim. Tornou-se um capricho. Era sobretudo orgulho. E não querer continuar a pedir favores, fosse a quem fosse. (Não que a má vontade fosse constante, mas nunca tolerei bem indiretas).

 

Durante semanas vi um cartaz vermelho que dizia: "Procura carro? Não procure mais. Dia 26". Intrigada fiquei mas, depois de ver tanto stand e não ver absolutamente nada de jeito, já estava completamente desanimada. E mais uma vez, as indiretas: "se não vais comprar, para quê ver?". Porquê ver? Para me informar, para perceber o que gosto ou não num carro. O que é fundamental e o que é secundário. A performance, preços, e tantas mas tantas coisas. Comprar um carro não é como comprar um casaco. A até para comprar um casaco eu tenho que ver mais que uma vez!

 

O que abria no dia 26, era a Matrizauto. E fui, fui até ao Retail Park à procura do meu bolinhas. O que eu não sabia era que a empresa em questão, apenas vendia semi-novos de 2015 para cima, e a partir de 12000€. Não era de todo o que eu procurava. Queria um carro mais em conta, mais velho. Até 2007 no máximo, para conseguir pagar o imposto antigo. 

 

"As melhores coisas acontecem quando não estamos à espera delas"

 

A caminho de casa, o Doce sugeriu irmos a um stand que ficava em caminho. E fomos. E eu vi-o. Vi e soube logo: era aquele. Ano 2005. "Oh amor, diz-me que eu vou gostar do preço!". E gostei. Adorei, aliás. E foi assim que, depois do dilema de não ter prenda, dei-me a melhor prenda de todas: ofereci-me um carro. O que sempre foi o meu sonho, é agora o meu carro. O meu Clio.

 

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(fotografia tirada na primeira vez que o vi)

 

Tão depressa, podem ter a certeza que não me ofereço nada! Preciso de recuperar do rombo 

 

03
Jul17

Deixei de ser perigo!

É mentira, não deixei nada! Simplesmente hoje é o dia em que as regras de trânsito e legislação mudam ligeiramente para mim: deixei de ser recém-encartada. Faz hoje três anos que fui aprovada no meu exame de condução! Três anos gente! Como o tempo passa!

 

Fiz 18 anos no final de 2013 e fui ainda a exame teórico nesse mesmo ano. Passei à primeira, sem errar uma única resposta e posso agradecer pelo exame fácil que me calhou! Em Janeiro de 2014, as regras deram uma volta de 180º: assim do nada, as bicicletas passaram a ter prioridade sobre carros e quando comecei a condução, foi bem complicado aplicar isso à prática visto que fiz exame quando as regras eram completamente diferentes. Depois de muito tempo, lá consegui a maldita aprovação do exame prático. Numa semana em que estava de férias e fui obrigada a deslocar-me à cidade, caso contrário chumbaria por falta de comparência.

 

Três anos e zero acidentes. Três anos e zero complicações. Três anos de uma condução medrosa ao início, com imenso problemas de embraiagem mas que depois de meses se tornou um prazer extremo. Adoro conduzir, principalmente sozinha. E nem num único dia me arrependi de ter tirado a carta! Foi das coisas mais úteis, onde gastei grandes quantias de dinheiro! 

 

Só falta mesmo comprar um carro que seja só meu!