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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

16
Abr19

Aquele momento em que... #89

... constato com os meus colegas em como fomos crianças felizes!

 

Em como nos enchia o peito saltar nos sacos de batatas, arrancar cenouras e ficar com a rama na mão, andar em baloiços feitos de pneus ou partes de mangueiras pendurados em árvores. Correr descalços pelos regos da água durante as regas e ouvir a avó a ralhar. E tantas, tantas outras!

 

O que é que as crianças têm hoje? Tecnologia. Tecnologia e mais tecnologia.

 

E sabem o que dói mais? É quando estes assuntos vêm à conversa, os miúdos olharem para nós e acharem que somos extraterrestres por termos sido felizes com tais coisas...

 

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(Imagem retirada da internet)

 

17
Abr17

Também se lembram?

Durante este fim-de-semana, em que se celebrou mais uma Páscoa e onde tudo girou à volta de bolos, chocolates e amêndoas, houve felizmente muitos momentos de convívio. Entre esses, alguns que nos fazem retroceder no tempo e pensar que com pouco se fazia crianças felizes.

 

Joguei isto durante grande parte da minha adolescência e é um jogo que continuo a jogar nos dias de hoje. Quando a vontade não dá para mais, este jogo sempre nos proporciona alguma diversão e sobretudo puxa-nos pelo raciocínio. Estou a falar de quê? Do jogo do STOP.

 

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(imagem retirada da internet)

 

Sem dúvida o jogo que mais me fez puxar pela cabeça em busca de melhor e novo vocabulário e um, que nunca mas nunca passa de moda! Aquela sensação que temos que pensar imenso e super rápido, o escrever tudo à pressa para termos o prazer de dizer STOP quando os outros ainda completam as folhas, receber 20 pontos de rajada porque os pobres adversários não tiveram tempo para preencher os espaços. Coisas simples, que proporcionam momentos de convívio, gritos de vitória, raiva por falta de memória e um som delicioso a gargalhada.

 

Preço? Uma folha de papel e uma caneta.

 

Parece-vos caro? A mim não! 

 

30
Dez16

Abordagens diferentes

Antes de ontem, enquanto conversávamos com o meu pai e respetivos, pouco antes de irmos almoçar, fomos abordados por um sujeito com uma câmara e microfone, armado em jornalista.

 

Perguntou nos se tínhamos ouvido falar de um grande assalto que houve em Setúbal, numa fábrica de gomas. Logo aí percebi que era piada, mas o meu pai não. Questionou nos sobre a necessidade de nos abastecermos de gomas, visto que provavelmente o stock iria esgotar em breve ao qual respondemos todos que não éramos grandes consumidores de gomas. No final, lá disse que era uma brincadeira e entregou nos um cartão com o canal dele no Youtube para irmos dar uma espreitadela.

 

Teve a sua graça até, admito. Principalmente o facto de ele ter conseguido enganar o meu pai durante breves minutos. Verdade é que até agora, ainda não chegou nada ao canal. Veremos