Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

26
Ago17

Notícias fresquinhas & maravilhosas

Já estão prometidos desde a semana anterior e pela lógica até só chegariam para a semana mas a coisa proporcionou-se de outra maneira e, agora que já tenho a certeza de que todos os factos são reais e palpáveis, já vos posso dar a boa nova: I am working! I have a job! 

 

Yes my friends, it's true! Estou a trabalhar faz hoje duas semanas, começo amanhã oficialmente a exercer a minha nova função. Apenas amanhã porque, foram duas semanas de formação dirigidas à função e parece que agora me encontro preparada para exercer o cargo a que me comprometi!

 

E lá vai o rufar de tambores... Meus caros leitores, aqui a Sweetener... É rececionista de hotel!

 

É um trabalho como todos os outros, bem sei. Poderá ser igualmente desgastante nos meses de verão e secante nos de inverno. Será monetariamente inferior ao que alguma vez recebi na sapataria. Mas malta... 80% das pessoas recebem o ordenado mínimo, e muitas delas até têm formação superior! Além disso, não vou trabalhar 12 horas seguidas em pé sem sequer me poder encostar. Não vou viver debaixo de uma pressão psicológica constante. Vou ter um horário fixo e certinho. Tenho colegas que AJUDAM! (E desculpem lá a maiúscula) E mais importante que tudo: vou obrigatoriamente usar e abusar do meu inglês! Fazem a ideia do valor que isso tem para mim, daquilo que isso significa?! Estou histérica, eu sei, eu sei. Ainda vocês me estão só a ler, por isso imaginem a histeria real! É de partir o coco a rir da minha felicidade infantil!

 

Rececionista de hotel, assim, do nada. Um dia banal, uma ida à cabeleireira igual a todas as outras. Falaram-me de um hotel que estava a precisar. Hotel, ah, hotel... Sem experiência nem formação, nunca será para mim. Vim para casa, fiz a pesquisa habitual no IEFP e restantes sites de emprego e encontrei um anúncio para rececionista de hotel. Hum, coincidência ou a mesma coisa? Bem, não perco nada. Vamos aproveitar que é sexta. Imprimir um currículo, ir ao local e apresentar-me. Entrevista interessante e feita na hora. Trabalho a tempo inteiro. Bem, até poderá ser bom presságio. Feeling positivo pós-interview mas, já se sabe, esses meus feelings não são lá muito certeiros. Uma chamada da parte da tarde, um início de trabalho no sábado de manhã.

 

Como é notório, estou feliz. Radiante aliás! Voltei à vida, voltei à rotina, e voltei em grande! 

 

07
Jun17

Dizem que nunca é tarde

A maior parte das pessoas apregoa que nunca é tarde demais para nada na nossa vida. Mais uma daquelas frases feitas que julgamos aplicar-se à realidade de cada um, mas que acaba por não ser necessariamente assim, verdade? Porque uma ou outra vez, lá vem o nosso poder crítico. 

 

Mas não é nada disso que vos tento dizer hoje. Hoje, quero dizer-vos algo que penso fazer para mudar a minha vida. Ou pelo menos qualquer coisa dela... Ando sinceramente a pensar voltar a estudar. Estudar, não no verdadeiro sentido de ingressar na universidade, mas em fazer uma formação extra, para aumentar as minhas hipóteses de empregabilidade.

 

Há uma área que me interessa particularmente: a administrativa. Já me imaginei em função similar, e depois da restauração e do comércio, acho que me vou virar para esse lado. Não que seja melhor ou pior, mas tenho vontade de experimentar uma coisa diferente, mais 'calma'.  Aquela vaga, era para isso mesmo. Trabalho de escritório, horários e folgas fixas. E talvez a falta de experiência e recursos no meu CV, tenha feito com que a resposta fosse o que fosse...

 

Há dias encontrei um curso para assistente de contabilidade, que pareceu mais que interessante! A junção de tudo aquilo que mais gosto. Acabei por não me inscrever porque o mesmo só começava em Setembro e seria apenas uma vez por semana. Estando por casa, uma coisa mais laboral seria o indicado para mim, mas também tenho receio que seja demasiado cansativo. 

 

Apesar de ter 21 anos, sinto-me bastante mais velha... E acho que isso é bastante mau, porque acho que já é tarde para uma carrada de coisas na minha vida. Que mentira! Mas só eu é que pareço não entender isso! Estou tão habituada a ter o meu dinheirinho ao fim do mês, que tenho deixado de lado qualquer hipótese de melhoria pessoal, e isso tem que mudar! JÁ!

 

Falaram-me para ver formações no IEFP, que pelo menos me renderia algum dinheiro, em vez de pagar tudo do meu bolso. Verdade é que estou interessada nisto e por isso, vou continuar a pesquisa e ver se encontro algo que me encha as medidas, no meu distrito! 

 

04
Mai17

Ocupar os tempos livres

Tempo livre é coisa que não me tem faltado ultimamente. Por opção, decidi quando regressei a Portugal fazer uma pequena pausa no meio laboral e aproveitar, já que o Doce se encontra também desempregado, para passarmos mais tempo de qualidade juntos. O prazo inicial por mim estipulado foram os dois meses, e como tal, as férias estão quase a acabar e está quase na altura de me fazer à vida e começar a procura de trabalho, porque o dinheiro não dura sempre!

 

No entretanto, também para aproveitar os dias livres, despoletei antigas paixões e tentei mudar alguns hábitos de sedentarismo. Tenho ido caminhar e tenho também, pintado. Pois é, voltei às pinturas. Voltei a pegar nas ferramentas que o meu extremamente útil curso de artes visuais me deu (só que não) e tenho ocupado grande parte do meu tempo assim.

 

No 12º ano foi o ano em que inseriram no nosso leque de técnicas a pintura a óleo. Aprendemos as coisas básicas de como utilizar e misturar cores, a junção de água rás ou terbentina e mesmo o próprio óleo, que não só ajuda a manter as cores fixas numa tela, como lhes dá uma maior durabilidade. Nessa mesma altura comecei um quadro. Claro que, não consegui termina-lo durante o ano letivo, tendo ficado com ele em casa, arrumado a um canto.

 

Já lhe tinha deitado o olho imensas vezes mas a danada da minha preguiça era o costume. Porque ao pegar no quadro, tinha que começar a passar um bom tempo nele. Não compensa a preparação das tintas de óleo se não se for pintar no mínimo dos mínimos duas-três horas.

 

E muito raramente, uma vez por semana se tanto, lá passo uma tarde inteira de volta da minha obra prima. Uma boa forma de não enferrujar, e uma excelente forma de passar tempo! 

 

Desse lado, alguém é da área das artes? Já experimentaram pintar a óleo? 

 

03
Mai17

Sobre o tal processo de seleção

Como disse anteriormente, na sexta fui à minha primeira entrevista desde o regresso. Ao meu primeiro processo de seleção, uma coisa que nem sabia o que ser.

 

À hora marcada lá cheguei. Estavam três pessoas, comigo quatro. Candidatas, eram só três: uma senhora com os seus quarenta anos, eu e uma rapariga com provavelmente mais um ou dois anos que eu, que achou por bem levar a mãe a uma entrevista de emprego. Pouco depois, fomos chamadas para uma sala onde nos entregaram umas folhas com testes de lógica. O momento em que a orientadora sai, foi o momento em que o recreio começou. Uma a dizer que tinha mais que fazer, a outra a dizer que tinha voltado à primária, ambas a dizerem que não estavam para aquilo, e eu, que me tentava concentrar, interrompida por elas que me picavam a entrar na onda. Como nem a cara da folha levantei, desistiram de me puxar e continuaram a festa sozinhas. Até que a senhora volta e pergunta simpaticamente o que se está a passar. A mais nova, diz arrogantemente que tem mais que fazer e que quer ir à entrevista e - passo a citar - bazar daqui. A outra, diz que não é nada e baixa-se numa aparente tentativa de concluir o exercício. De três, passámos a duas.

 

Entretanto houve uma troca de testes e recebi um teste de personalidade, enquanto que a outra senhora recebeu mais um de cálculo. Mais uns resmungares mas lá se calou. A orientadora volta e pede-lhe que a acompanhe, coisa que ela faz, mas não sem antes me desejar boa sorte para a entrevista e sair sorridente. Poucos segundos depois, a responsável volta e dá me mais um teste de cálculo. E se eu vos disser que já não me lembrava do quanto gostava de matemática?! Foi uma delícia ter um cronómetro e problemas matemáticos para resolver!

 

Chegou a minha vez e percebi que ia ser entrevistada pela senhora que nos orientou a sessão toda. Foi tudo muito básico, quis saber todo o meu historial laboral, os motivos de entrada e saída de cada trabalho, defeitos e qualidades e do resto tudo um pouco. Entretanto disse que a vaga que tinham para me oferecer (que pelos vistos não foi a mesma para todas) era trocando por miúdos trabalho de escritório. Papéis, papéis e mais papéis - tudo o que sempre quis! 

 

Disseram que num prazo máximo de quinze dias seria chamada para a entrevista no verdadeiro contexto onde me seriam ditos horários, vencimentos e funções e que, quer positiva quer negativa, seria contactada com uma resposta.

 

No dia, vim cheia de espetativas. Agora, nem sei. Costuma dizer-se: que seja o que Deus quiser!

 

28
Abr17

Vamos à primeira!

À primeira entrevista que consegui desde que cheguei!

 

Não é para nenhuma vaga de trabalho em concreto, mas sim uma entrevista de seleção para uma das maiores empresas aqui do distrito! E eu não procurei nada, recebi um e-mail deles a pedir para renovar o meu CV e quando o fiz, ligaram-me no imediato a informar da dita!

 

Até tenho medo! Nunca fui a uma coisa assim, vamos ver como corre, e se dará em algo! 

 

Desejem-me boa sorte! Eu desejo-vos um bom fim-de-semana!