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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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Ser feliz com adoçante!

20
Fev17

Voltei

Diz-se que o que é bom acaba depressa e é bem verdade. Ainda ontem era quarta-feira e hoje já é segunda. O tempo tem uma capacidade incrível de fazer correr as horas quando estamos bem, e prolongar os segundos quando estamos em 'sofrimento'. Talvez seja apenas a nossa perspectiva, querendo eternizar alguns instantes e esquecer outros por completo.

 

A quarta-feira foi um dia longo, em todos os sentidos. Levantei-me de madrugada para conseguir apanhar todos os transportes necessários ao aeroporto mais próximo e por volta das 9h, estava finalmente a pisar solo nacional, naquele que é agora o melhor destino turístico. Apanhei o primeiro autocarro que tinha e cheguei a Viseu por volta do meio dia. Todo o processo envolto na viagem foi tratado com secretismo total. Enganar as Marias tornou-se complicado a certa altura mas parece que não desconfiaram nem por um segundo o que andava a magicar! 

 

Aquando a compra dos voos, precisei de cartão de crédito para finalizar e sem opções, tive que recorrer à mamã. Como justificar 52€? Ora, é a prenda do Doce. Informei logo que ia chegar atrasada porque encomendei tarde e que ia precisar de alguém em casa para a receber, quarta-feira, entre o meio dia e a uma da tarde. Até aqui tudo bem. O pior foi quando a Maria mais nova quis saber o que era... Só me lembrei de ver um site online e escolher algo ao acaso!

 

Avisei então a mãe que o Sr. me tinha ligado e que estava à porta e surpresa! Nem sei quem ficou pior, se ela, se eu. Talvez tenha sido ela, porque passou por mim e não me viu. Chegou a hora de almoço e vi a mana. Reação nº 2 - check. A minha prima, a única cúmplice desta 'prenda', fazia anos nesse dia, e tendo um jantar organizado, poupou-me o trabalho de visitar toda a gente guardando um lugar na mesa para um convidado surpresa. Chegou a hora do Doce. O plano era ele ligar-me para eu avisar a minha irmã, que se encontrava no jantar e a mesma, descer para lhe entregar o presente. Mas quem desceu, fui eu! Quando me viu, não quis acreditar. Argumentou ligeiramente mas depois, não foram precisas palavras para mais nada.

 

Consegui resolver alguns assuntos que tinha pendentes em Portugal, matei as saudades de toda e gente e voltei, não necessariamente feliz, mas com o coração um pouco mais cheio! 

 

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