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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

Sweetener

Ser feliz com adoçante!

18
Jan17

Pancadas de infância, ou talvez não...

Acho que nunca tive um ídolo. Nada que não fosse passageiro e consequentemente se dissipa-se com os anos. Mas houve uma coisa que nunca mudou e vá, vou admitir... Gosto dela desde a primeira vez que a vi. Bem, vou tentar começar pelo primórdios do assunto...

 

Foi bem tarde que descobri que existiam mais que os quatro canais aos quais estava habituada, quando por consequência do divórcio dos meus pais, fui morar com meus padrinhos. A partir daí, tudo mudou. Em conjunto com a minha prima e a minha irmã, cada segundo livre era sinónimo de quê?! Disney Channel. De manhã à noite para infelicidade dos adultos. E foi aí que tudo começou. Foi aí que a vi pela primeira vez. Para além de gira era divertida. Conquistou-me, mas vá, todos sabiam que com o passar do tempo, as novas séries a chegar, esta 'paixoneta' ia passar. 

 

Aquela Alex, aquele espírito livre, rebelde, sempre a fazer das suas aproveitando a magia como escudo. Recordo com carinho todos os episódios dos Feiticeiros de Waverly Place! Pouco depois, vieram as primeiras músicas. Ainda hoje as ouço, e conseguem transportar me para aquela época da minha vida. Naturally, a primeira de todas a conquistar-me! A seguir: A Year Without Rain, marcou as desilusões daquele primeiro amor não correspondido. 

 

Quando soube que vinha aí um filme, entrei em histeria: "Monte Carlo"! Reservei os bilhetes para a estreia, estreia essa, que nunca chegou a acontecer. Pelo menos em Viseu. Foram obrigados a devolver me o dinheiro já que não quis assistir a outro filme. Vi-o mais tarde, quando ficou online. Entretanto houve também o "Programa de Proteção de Princesas", com a Demi Lovato, que por sinal, também gostei. Como seria de esperar, as músicas começaram a ficar um tanto ou quanto mais maduras. Love You Like A Love Song, das últimas antes de entrar numa carreira a solo. Slow Down conquistou-me pelo videoclipe.

 

Entretanto, tornou-se pública a relação dela com o Justin. Oh o que eu chorei, o que eu o detestava. Tantos cantores, actores, tanta gente no mundo do espectáculo e tinha que ser logo ele! Mas adiante... Entre voltas e mais voltas, o resultado final está à vista. Chega depois The Heart Wants What It Wants, das que mais me marcou e que, segundo as pessoas, era destinada a ele. Para ele ou não, que a letra é gira, é. E isso é que interessa. 

 

 Depois foi uma sucessão delas: Good for you, Same Old Love, Hands to Myself, todas com qualquer coisa que me agradam e as fazem permanecer na minha playlist. No presente, estou delirante com a Kill Em With Kindness e com a We Don't Talk Anymore, em parceria com o Charlie Puth, outro cantor do qual o trabalho também me agrada. Fiquei em pulgas quando soube da digressão e que ela vinha a Portugal. Mas ninguém compreendia o meu vício e o meu gosto, e sozinha, não me pareceu muito interessante rumar até Lisboa. Digressão essa, que acabou cancelada devido ao atual estado de saúde, estando com a carreira em pausa desde então.

 

E pronto, é basicamente isto. Há mais de dez anos que adoro a Selena Gomez. 

 

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(imagem retirada da internet)