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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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27
Mar17

A primeira vez que abasteci o carro

A primeira vez que isso aconteceu não foi ontem nem num tempo necessariamente recente mas ver acontecer aos outros aquilo que me aconteceu, fez-me soltar uma gargalhada e recordar todos os estados e momentos do pânico do dia em que me aconteceu a mim.

 

Corria o mês de Setembro quando precisei do carro da mamã para me deslocar ao trabalho. Ela advertiu-me sobre o combustível existente poder não ser suficiente para os quase 150km totais desta deslocação. O ponteiro estava no primeiro tracinho, 1/4, e achei que o dito levava bem 40€ de gasolina. Assim foi, já estacionada e pronta para abastecer o carro, visto que os trabalhadores estavam todos a atender alguém, lá tive que ir pegar na mangueira e fazer eu o trabalho. Marquei os 40€ e comecei a abastecer para o querido me poder levar ao destino sem interrupções.

 

Estávamos perto dos 30€ quando a mangueira me deu um puxão e parou. Não percebi porque é que aquilo tinha acontecido e voltando a puxar o que devia, continuei o meu serviço. 33€ outro puxão, 34€ igual. Hum, alguma coisa se passa, mas depois de olhar para todo o recinto das bombas de gasolina continuava a não haver ninguém disponível. Aperto novamente quando por volta dos 36€ a gasolina me começa a cair aos pés. Entrei em pânico total, não sabia o que fazer! A pessoa que estava atrás de mim para abastecer já estava a rir, os empregados das bombas continuavam ocupados e eu aflitíssima por aquilo ter acontecido! Corri para dentro do local de pagamento e quando chegou a minha vez lá disse o que tinha acontecido.

 

Com um grande sorriso de gozo a senhora lá me disse que não havia problema nenhum, para além de ter que pagar a gasolina vertida no chão. Voltei a questionar se não haveria problema, se o facto de ter vertido pelo carro abaixo não seria um perigo e ela ainda a rir, disse-me que não. Ok, respirei de alívio, paguei a quantia ridícula de 36,53€, entrei no carro como se nada tivesse acontecido e fui à minha vida, corada que nem um tomate pela burrice e vergonha passada.

 

Ontem enquanto a minha mãe atestava o carro vi acontecer o mesmo a um jovem rapaz na bomba do lado. Vi os mesmos sinais de pânico, vi-o a correr para o funcionário provavelmente a fazer as mesmas perguntas que eu. Senti a vontade de rir que a funcionária sentiu quando foi comigo, senti pena dele porque certamente também devia ser a primeira vez, e acredito que tal como eu, nunca mais vai abastecer o carro e vai esperar sempre que seja um funcionário a fazê-lo!

 

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