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Sweetener

Ser feliz com adoçante!

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Ser feliz com adoçante!

31
Mar17

SNS - Signature Nail Sistem

Sempre fui uma rapariga um tanto desleixada no que toca a cuidar de mim. Seja usar maquilhagem, colocar um creme hidratante ou simplesmente arranjar as unhas. Não só pelo facto de toda a vida ter tido umas unhas de papel (de tão finas e quebradiças que são) mas também porque nunca aguentei muito tempo um verniz. Bastava uma unha partir ou lascar o verniz que eu encarregava-me de retirar todas as outras para ficarem em sintonia. 

 

Nunca tive curiosidade alguma em experimentar gel, gelinho, verniz gel ou lá como se chama cada uma das opções. Talvez por ter uma prima que ficou literalmente sem unhas depois de fazer ambos os métodos, talvez por medo que me acontecesse o mesmo. Sei que não é justificação e que não faltam para aí salões mas criei tal ideia que não me sai por mais que tente. Num ano inteiro era capaz de pintar as unhas uma a duas vezes, sempre verniz normal que durava uma semana (se tanto). Cheguei a um ponto de frustração tal por não conseguir ter unhas fortes que me mentalizei que estarem limpas e arranjadas, mesmo sem verniz, era mais que suficiente.

 

No ano passado, quando a minha esteticista falou que tinha feito uma formação e que ia trazer algo novo para o salão fiquei com a pulga atrás da orelha. Chegou o dia da revelação e vi que ia começar a 'comercializar' uma nova técnica para unhas - o SNS, unhas feitas com pó. Como a explicação por ela dada não me esclareceu vim pesquisar e gostei daquilo que encontrei.

 

O SNS para é uma técnica que funciona à base de pó. Não há qualquer utilização de brocas, fornos e luz UV, odores fortes, demora na secagem - nada, nada disso. É tudo muito rápido e saudável para as unhas, sendo que o pó incluí várias vitaminas e cálcio que faz as mesmas crescerem mais grossas e fortes. Basicamente a técnica consiste em mergulhar os dedos em frascos com pó específico, levar um verniz transparente por cima (que deverá ser a cola que agarra o pó), mergulhar a unha novamente e assim acontece umas três ou quatro vezes. A cada camada a unha vai sendo limada e após uma hora sensivelmente está pronto.

 

Tendo sempre tido unhas fracas, decidi experimentar assim que ela começou com a aposta. Como tinha as unhas minúsculas decidi colocar extensão e esse foi sem dúvida um erro porque sou uma nódoa - parti a primeira poucos dias depois a abrir o frigorífico e ia morrendo de dores. Notava-se a léguas que nunca tinha experimentado nada nas unhas e que não sabia os cuidados básicos a ter. Duraram pouco mais de duas semanas porque ao ver a desgraçada partida e lembrar-me das dores que foram perdê-la só quis tirar as outras, mesmo boas, deitando assim dinheiro ao lixo.

 

Ontem ao passar por lá apeteceu-me fazer novamente. Desta vez nada de extensões mesmo que isso significasse ficar com as unhas pequenas. Como ela tinha vaga na hora acabei por fazer e claro que ficaram pequenininhas. O Doce que me acompanhava na altura até escolheu a cor e a decoração das mesmas, hã?! E pronto, uma hora depois lá tinha as unhas prontinhas e bonitas. Vamos agora ver quanto tempo duram, se bem que estas serão muito difíceis de partir 

 

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SNS - (http://www.snsnails.pt/)

 

Alguém já experimentou? Qual o vosso feedback?

Beijinhos e bom fim-de-semana! 

 

30
Mar17

Seguros de Saúde

Desde que voltei ao país que aderir a um seguro de saúde tem sido uma das minhas maiores vontades. Tenho pensado bastante no assunto e depois de alguma pesquisa por diferentes companhias e seguradoras, confesso que não fiquei muito esclarecida.

 

A necessidade prende-se na vontade de começar a frequentar algumas consultas de especialidade a preço mais acessível, nomeadamente o dentista. Apesar de fazer uma correta higiene oral diária tenho sentido uma sensibilidade algo aguda que suspeito ser uma cárie, e se assim for, não se trata com uma consulta nem duas. Nem eu própria queria acreditar quando fiz as contas e percebi que não vou ao dentista há perto de dois anos... Shame on me 

 

Mas pelo que vi, nem todos os seguros incluem o dentista e sendo a especialidade que mais procuro no momento, parece-me ridículo aderir a uma mensalidade que não o abranja.

 

Andou aí uma altura em que a Medicare ligava (insistentemente!) com propostas mas como aqui em casa nunca tivemos grande necessidade, acabou por ficar um assunto esquecido. E agora parece-me que aderir sozinha faz com que as mensalidades aumentam um pouquinho...

 

Assim muito por alto: alguém desse lado tem algum tipo de seguro de saúde? Se sim, podem dar-me alguma dica ou sugestão em termos de escolha? Acham que vale a pena ter seguro de saúde?

 

 

29
Mar17

Edredons de tamanhos difíceis

Há uns anos, sofri de uma valente birra. De um dia para o outro decidi que era demasiado 'gorda' para continuar a dormir numa cama de solteiro. Então, decidi despedir-me da mesma e comprar uma cama de casal. Mas porque uma cama de casal, tamanho dito normal não me chegava, tive que comprar uma king size. Gananciosa, hã?! Pois é, nada disto seria um problema não fosse precisar de comprar lençóis e edredons adequados ao tamanho da dita. Basicamente tudo tem que ter as medidas mínimas de 200 * 250 cm. Porque para além de enorme, o colchão é alto! 

 

O meu edredão tem as maravilhosas medidas de 220 por 260. Alguma vez se deram ao trabalho de ver os tamanhos disponíveis nos sites e na maioria das lojas? Nenhum dá para o meu edredão!

 

A LaRedoute tem conjuntos tão mas tão lindos, a Shoowroom vai pelo mesmo caminho. E na maioria das vezes os preços são tão acessíveis e eu não posso comprar! Porque ou são 200 * 200, ou 220 * 240. A medida de 260 nunca aparece como opção! Porquê?! Se comprei um edredão com esse tamanho, porque não encontro capas para o mesmo com a medida que preciso?!

 

A solução provavelmente passará por comprar um edredão novo, com medidas mais adequadas, mas sinceramente não me apetece ter essa despesa! Mais uma vez, uma birra. Malditos aqueles que fabricam capas de edredão com tamanhos que não dão para o meu! 

 

27
Mar17

A primeira vez que abasteci o carro

A primeira vez que isso aconteceu não foi ontem nem num tempo necessariamente recente mas ver acontecer aos outros aquilo que me aconteceu, fez-me soltar uma gargalhada e recordar todos os estados e momentos do pânico do dia em que me aconteceu a mim.

 

Corria o mês de Setembro quando precisei do carro da mamã para me deslocar ao trabalho. Ela advertiu-me sobre o combustível existente poder não ser suficiente para os quase 150km totais desta deslocação. O ponteiro estava no primeiro tracinho, 1/4, e achei que o dito levava bem 40€ de gasolina. Assim foi, já estacionada e pronta para abastecer o carro, visto que os trabalhadores estavam todos a atender alguém, lá tive que ir pegar na mangueira e fazer eu o trabalho. Marquei os 40€ e comecei a abastecer para o querido me poder levar ao destino sem interrupções.

 

Estávamos perto dos 30€ quando a mangueira me deu um puxão e parou. Não percebi porque é que aquilo tinha acontecido e voltando a puxar o que devia, continuei o meu serviço. 33€ outro puxão, 34€ igual. Hum, alguma coisa se passa, mas depois de olhar para todo o recinto das bombas de gasolina continuava a não haver ninguém disponível. Aperto novamente quando por volta dos 36€ a gasolina me começa a cair aos pés. Entrei em pânico total, não sabia o que fazer! A pessoa que estava atrás de mim para abastecer já estava a rir, os empregados das bombas continuavam ocupados e eu aflitíssima por aquilo ter acontecido! Corri para dentro do local de pagamento e quando chegou a minha vez lá disse o que tinha acontecido.

 

Com um grande sorriso de gozo a senhora lá me disse que não havia problema nenhum, para além de ter que pagar a gasolina vertida no chão. Voltei a questionar se não haveria problema, se o facto de ter vertido pelo carro abaixo não seria um perigo e ela ainda a rir, disse-me que não. Ok, respirei de alívio, paguei a quantia ridícula de 36,53€, entrei no carro como se nada tivesse acontecido e fui à minha vida, corada que nem um tomate pela burrice e vergonha passada.

 

Ontem enquanto a minha mãe atestava o carro vi acontecer o mesmo a um jovem rapaz na bomba do lado. Vi os mesmos sinais de pânico, vi-o a correr para o funcionário provavelmente a fazer as mesmas perguntas que eu. Senti a vontade de rir que a funcionária sentiu quando foi comigo, senti pena dele porque certamente também devia ser a primeira vez, e acredito que tal como eu, nunca mais vai abastecer o carro e vai esperar sempre que seja um funcionário a fazê-lo!

 

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